‘Aldeia Global’ e o Marketing Digital

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24 anos é a idade da internet no Brasil, quando foi aberta ao público em geral (1992). Nesses poucos anos de vida, trouxe acompanhada de si muita mudança em termos de difusão de tecnologias, inovação e propaganda. O fenômeno envolveu aos poucos todos os segmentos mercadológicos e praticamente todos os consumidores, porque encurta as distâncias e estimula o imaginário, o sonho e a própria necessidade de criar sempre.

O filósofo canadense Herbert Marshall McLuhan, um dos grandes teóricos da comunicação, na década de 60, já falava em tal acontecimento, quando publicou os trabalhos “A Galáxia de Gutenberg” e “Os Meios de Comunicação como Extensão do homem”, que entre tantos conhecimentos, difundiu o termo ‘Aldeia Global’, com o intuito de indicar que as novas tecnologias eletrônicas tenderiam a encurtar distâncias e o progresso tecnológico tenderia a reduzir todo o planeta à mesma situação que ocorre em uma aldeia: um mundo em que todos estariam de certa forma, interligados.

A internet hoje faz isso com todas as pessoas, com todas as marcas e com todo o mundo. Dentro de uma ‘tela’ cabem ideias que em poucos minutos se espalham e se popularizam em todo o mundo. Os negócios multiplicaram-se com esse advento e as marcas ganharam muito mais poder.

Com isso, o Marketing e a comunicação nunca foram tão importantes no processo de desenvolvimento de uma marca. Marketing digital, nome dado às estratégias econômicas com intuito de disseminar ideias e trabalhar a imagem das marcas no campo digital tem sido requisitado a cada dia, pois é ele quem planeja, executa e monitora as ações digitais.

Com todas essas informações acontecendo, a comunicação tem se tornado cada vez mais online, com necessidade de se focar constantemente às demandas dos consumidores, mas de uma forma muito diferente: não se faz mais comunicação como uma receita de bolo, porque os públicos mudaram e mudam ainda todos os dias; transformam seus gostos, criam suas redes, fazem suas pesquisas; eles são, também, criadores de conteúdos muitas vezes ditam a forma de vender e de se posicionar das empresas no mercado. Afinal, eles são consumidores e tem em suas mãos o poder de decidir uma compra.

Não se trata mais de criar conteúdos o tempo todo com informações que o consumidor não quer ver. Trata-se de interagir com ele, descobrir o que ele quer, e nesse meio tempo, ganha-lo com tons comunicativos mais atrativos e diferentes do que já é conhecido.

É fácil? Não, é um desafio.

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